Fui longe me encontrar, mas não podia ser noutro lugar!
Aos 33 anos cortei amarras com tudo e com todos, ingressei sozinha na viagem da minha vida, em direcção ao Sahara. Festejando a entrada do novo ano 2005, numa tenda nas areias do Deserto, em danças tribais à volta da fogueira. É aí, onde se vê nascer a Lua quando a noite já vai longa, onde o breu nos conduz a nós, aos nossos pensamentos, à nossa voz interior, que se dá o DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA. Ao conviver com o povo marroquino admirei a simplicidade das suas vidas, a naturalidade dos seus atos, o conformismo da aparente pobreza... Sim aparente! Pois vos digo, eles têm uma riqueza que nós não possuimos. Vivem felizes, livres... Os dias numa vida simples passam devagar, não há stress, não há ansiedade, ou ganância. Trabalha-se para o dia-a-dia, aprende-se a gastar pouco porque as necessidades também são básicas. E não se vive preocupado em perder, pois quem nada tem, nada perde.
Texto integral em: http://publicarparapartilhar.blogspot.com/2011/07/maturidade-entender-o-sentimento-de.html
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